A primeira parte produzida e que suporta mais de 300 graus centígrados é a bobina. Ela é composta principalmente ide condutores elétricos de cobre, que são capazes de criar campos magnéticos em combinação com componentes ou ligas de ferro.

Ao invés de utilizar polímeros para isolar esse tipo de motor, a equipe usou cerâmica impressa em 3D para ela função.

Esses materiais têm níveis muito mais altos de resistência à temperatura. "Nosso objetivo nos últimos dois anos e meio era aumentar drasticamente a temperatura que as máquinas elétricas são capazes de suportar", disse Ralf Werner, líder do projeto.

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